ESPORÃO DEFESA BRANCO

VOLUME:750 ML

TIPO: BRANCO

CASTAS
Antão Vaz, Arinto, Roupeiro


ÁLCOOL/VOLUME - 13.5 %
ACIDEZ TOTAL - 5.78 g/l
PH - 3.27
AÇÚCAR REDUTOR / BAUMÉ - 1.4 g/l
R$ 89,80
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Descrição

 CONCEITO DO VINHO

Com um estilo contemporâneo e perfil elegante e intenso, estes vinhos mostram o carácter de talhões seleccionados e bem definidos na Herdade.

AGRICULTURA
Após um Inverno seco e frio, seguiu-se um início de Primavera chuvoso, repondo os níveis de humidade do solo adequado para o início de ciclo vegetativo. O facto das temperaturas da Primavera, e até meados do Verão, terem sido mais amenas que nos anos anteriores, levou a que todo o ciclo sofresse algum atraso, mas possibilitou um bom desenvolvimento das plantas. No início de Agosto, uma onda de calor, com cinco dias consecutivos, em que as temperaturas superaram os 43 graus acompanhadas por fortes rajadas de vento, provocou estragos severos em variedades mais sensíveis a este tipo de condições, levando a quebras de produção. No entanto em a grande parte das nossas vinhas, onde predominam castas melhor adaptadas a estes eventos climatéricos, desenvolveu-se uma maturação lenta e regular, ideal para a perseverança da frescura e intensidade aromática dos vinhos brancos e a textura, concentração e complexidade dos vinhos tintos.

GEOLOGIA DO SOLO
Natureza granítica/xistosa, estrutura franco-argilosa.

IDADE DAS VINHAS
20 anos

CASTAS
Antão Vaz, Arinto, Roupeiro

VINIFICAÇÃO / ESTÁGIO
Desengace, choque térmico, prensagem, decantação do mosto, inoculação com leveduras selecionadas, fermentação com temperaturas controladas em cubas de inox, centrifugação, estabilização, filtração.

MAIS INFORMAÇÕES
No século XIII, D. João de Aboim, descendente de Egas Moniz e figura central no tempo do rei D. Afonso III, formou, a partir de vários territórios doados pelos concelhos de Monsaraz e de Portel, a Defesa do Esporão – uma das mais antigas propriedades no Sul de Portugal.

As Defesas eram grandes propriedades coutadas, defendidas das pastagens de gado vindo de outras paragens, e estão directamente ligadas à formação de Portugal, no período da reconquista cristã do Sul. Exemplos de sistemas agrosilvopastoris, as Defesas caracterizavam-se por uma diversidade de utilização. Derivando do bosque mediterrânico, as Defesas conquistaram, nesses tempos fundadores, terrenos aos bosques para pastagens.

A Defesa do Esporão foi um dos grandes exemplos deste tipo de propriedades ligadas à formação de Portugal. A sua delimitação por carta de finais do século XIII, guardada na Torre do Tombo, permanece até hoje inalterada com séculos de práticas agrosilvopastoris, baseadas na conservação da biodiversidade e numa multifuncionalidade que o Esporão continua hoje a eleger como boa prática na protecção do nosso ecossistema.

ENÓLOGOS
David Baverstock e Sandra Alves.

COR
Reflexos esverdeados, aspecto límpido e cristalino.

AROMA
Notas cítricas, alguma fruta branca, alperce e manga fresca.

PALADAR
Na boca sobressai a frescura e a intensidade aromática, num conjunto rico, suculento e equilibrado.

ÁLCOOL/VOLUME - 13.5 %
ACIDEZ TOTAL - 5.78 g/l
PH - 3.27
AÇÚCAR REDUTOR / BAUMÉ - 1.4 g/l